
Osvaldo Brandão
Osvaldo Brandão nasceu na Taquara RS, 18 de setembro de 1916 e morreu em São Paulo, 29 de agosto de 1989 foi um exímio treinador brasileiro de futebol.
Biografia:
Virou ídolo dos dois maiores rivais paulistas, Palmeiras e Corinthians. Hoje em dia ele já é considerado um dos maiores treinadores de futebol do Brasil em todos os tempos. Ele foi técnico do Palmeiras nos anos de 1945; 1947 e 1948; 1958 a 1960; 1971 a 1975; 1980. Conhecido por seu estilo austero e exigente, profissional ao extremo, escreveu sua história na galeria dos mitos do futebol brasileiro.
Não era necessariamente um estrategista, mas sabia motivar o jogador e extrair dele qualidades fundamentais e com isso ganhou grandes títulos, como o bicampeonato brasileiro com o Palmeiras em 1972/1973 (foi o principal técnico da chamada "Segunda Academia" do Alviverde, comandando com maestria o grande time de Ademir da Guia, Leivinha, Dudu & cia.) e o histórico Campeonato Paulista de 1977 com o Corinthians, encerrando um jejum de 22 anos sem títulos do alvinegro do Parque São Jorge, ciclo iniciado pelo também inesquecível título do IV Centenário em 1954, também ganho por ele.
Também fez sucesso no São Paulo, aonde ganhou o título paulista de 1971, sendo com isso o único técnico a ganhar o campeonato regional por todos os integrantes do trio-de-ferro.
Comandou a Seleção Brasileira pela primeira vez na década de 50, dirigindo a no conturbado Campeonato Sulamericano de 1957. Levou com novidade Garrincha e reconvocou o veterano Zizinho, marcado pela derrota de 1950. Em meados dos anos 70, teve uma nova passagem pela Seleção Brasileira, mas de novo não obteve o êxito esperado. Não suportou as críticas principalmente da imprensa carioca, depois que convocou o lateral Wladimir do Corinthians e o colocou como titular num jogo em que o Brasil empatou em 0x0 com a Colômbia pelas Eliminatórias da Copa de 1978. Foi sucedido por Cláudio Coutinho, então técnico do Flamengo, depois de um mal-explicado pedido de demissão, um ano antes da Copa de 1978. Brandão havia convocado pela primeira vez jogadores como Toninho Cerezo e Falcão, que não foram devidamente aproveitados por Coutinho.
Brandão fazia o estilo "paizão" com seus comandados, gostando de controlar e aconselhar em alguns aspectos de suas vidas particulares. Diz a lenda que já chegou a bater de cinta em alguns jogadores que não obedeciam a suas regras. No Palmeiras teve atritos com o rebelde César Maluco, que em contrapartida contava que Brandão gostava em demasia de um wiske. Em uma de suas últimas atividades, foi comentarista da TV Record, fazendo parte da equipe composta por Silvio Luiz e Flávio Prado. Morreu em São Paulo, em 1989, três anos depois de encerrar a carreira.
Osvaldo Brandão nasceu na Taquara RS, 18 de setembro de 1916 e morreu em São Paulo, 29 de agosto de 1989 foi um exímio treinador brasileiro de futebol.
Biografia:
Virou ídolo dos dois maiores rivais paulistas, Palmeiras e Corinthians. Hoje em dia ele já é considerado um dos maiores treinadores de futebol do Brasil em todos os tempos. Ele foi técnico do Palmeiras nos anos de 1945; 1947 e 1948; 1958 a 1960; 1971 a 1975; 1980. Conhecido por seu estilo austero e exigente, profissional ao extremo, escreveu sua história na galeria dos mitos do futebol brasileiro.
Não era necessariamente um estrategista, mas sabia motivar o jogador e extrair dele qualidades fundamentais e com isso ganhou grandes títulos, como o bicampeonato brasileiro com o Palmeiras em 1972/1973 (foi o principal técnico da chamada "Segunda Academia" do Alviverde, comandando com maestria o grande time de Ademir da Guia, Leivinha, Dudu & cia.) e o histórico Campeonato Paulista de 1977 com o Corinthians, encerrando um jejum de 22 anos sem títulos do alvinegro do Parque São Jorge, ciclo iniciado pelo também inesquecível título do IV Centenário em 1954, também ganho por ele.
Também fez sucesso no São Paulo, aonde ganhou o título paulista de 1971, sendo com isso o único técnico a ganhar o campeonato regional por todos os integrantes do trio-de-ferro.
Comandou a Seleção Brasileira pela primeira vez na década de 50, dirigindo a no conturbado Campeonato Sulamericano de 1957. Levou com novidade Garrincha e reconvocou o veterano Zizinho, marcado pela derrota de 1950. Em meados dos anos 70, teve uma nova passagem pela Seleção Brasileira, mas de novo não obteve o êxito esperado. Não suportou as críticas principalmente da imprensa carioca, depois que convocou o lateral Wladimir do Corinthians e o colocou como titular num jogo em que o Brasil empatou em 0x0 com a Colômbia pelas Eliminatórias da Copa de 1978. Foi sucedido por Cláudio Coutinho, então técnico do Flamengo, depois de um mal-explicado pedido de demissão, um ano antes da Copa de 1978. Brandão havia convocado pela primeira vez jogadores como Toninho Cerezo e Falcão, que não foram devidamente aproveitados por Coutinho.
Brandão fazia o estilo "paizão" com seus comandados, gostando de controlar e aconselhar em alguns aspectos de suas vidas particulares. Diz a lenda que já chegou a bater de cinta em alguns jogadores que não obedeciam a suas regras. No Palmeiras teve atritos com o rebelde César Maluco, que em contrapartida contava que Brandão gostava em demasia de um wiske. Em uma de suas últimas atividades, foi comentarista da TV Record, fazendo parte da equipe composta por Silvio Luiz e Flávio Prado. Morreu em São Paulo, em 1989, três anos depois de encerrar a carreira.
Times que atuou como treinador:
Seleção Brasileira
Cruzeiro
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Portuguesa
Santos
Botafogo-SP
Portuguesa Santista
Vila Nova-GO
Independiente
Peñarol
Seleção Brasileira
Cruzeiro
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Portuguesa
Santos
Botafogo-SP
Portuguesa Santista
Vila Nova-GO
Independiente
Peñarol
Títulos conquistados por Oswaldo:
Campeão Paulista - Palmeiras - 1959, 1972 e 1974
Campeão do Torneio Rio-São Paulo - Corinthians - 1953
Campeão Paulista - Corinthians - 1947, 1954 e 1977
Campeão Brasileiro - Palmeiras - 1960 (Taça Brasil), 1972 e 1973
Campeão Argentino - Independiente - 1967
Campeão Paulista - São Paulo - 1971
Campeão do Torneio Bicentenário dos EUA - Seleção Brasileira - 1976
Campeão Paulista - Palmeiras - 1959, 1972 e 1974
Campeão do Torneio Rio-São Paulo - Corinthians - 1953
Campeão Paulista - Corinthians - 1947, 1954 e 1977
Campeão Brasileiro - Palmeiras - 1960 (Taça Brasil), 1972 e 1973
Campeão Argentino - Independiente - 1967
Campeão Paulista - São Paulo - 1971
Campeão do Torneio Bicentenário dos EUA - Seleção Brasileira - 1976
Pérolas de Oswaldo Brandão:
Osvaldo Brandão, um dos grandes técnicos do futebol brasileiro sempre foi avesso a entrevistas. Certa feita, um "inteligente" repórter perguntou:
Osvaldo Brandão, um dos grandes técnicos do futebol brasileiro sempre foi avesso a entrevistas. Certa feita, um "inteligente" repórter perguntou:
- Seu Osvaldo, como vai jogar o Corinthians?
Brandão respondeu "na lata":
- Ora, com calções, camisas e chuteiras...
Curto e grosso...

Mário Jorge Lobo Zagallo
9 de agosto de 1931, Maceió - AL
Clubes (como jogador):
América-RJ (1950), Flamengo (1951 a 1957), Botafogo (1958 a 1965).
Principais Títulos (como jogador):
Copas do Mundo 1958 e 1962
Seleção Brasileira; Carioca 1953/54/55
Flamengo; Carioca 1961/62 – Botafogo.
Carreia de Técnico:
Clubes (como jogador):
América-RJ (1950), Flamengo (1951 a 1957), Botafogo (1958 a 1965).
Principais Títulos (como jogador):
Copas do Mundo 1958 e 1962
Seleção Brasileira; Carioca 1953/54/55
Flamengo; Carioca 1961/62 – Botafogo.
Carreia de Técnico:
Botafogo (Rio de Janeiro-RJ) - 1967/70, 75/78, 85/86; Flamengo (Rio de Janeiro-RJ) - 1972/74, 85 e 2000/e até Nov/2001; Al-Hilal (Arábia Saudita) - 1976/78; Fluminense (Rio de Janeiro-RJ) - 1979/80; Vasco da Gama (Rio de Janeiro-RJ) - 1981, 1990/91; Portuguesa (São Paulo-SP) – 1999.
Principais Títulos na Carreira de Técnico: Copa do Mundo do México 1970,
Mundial 1994 (Coordenador de Futebol),
Copa América 1997
Taça do Brasil 1968,
Copa dos Campeões 2000,
Carioca 1967/68, 1971/72 e 200.
Polêmico, carismático, teimoso, mas acima de tudo, um vencedor. Zagallo é o único homem na face da terra a ter quatro títulos de Copas do Mundo, duas como jogador (1958 e 1962), duas como técnico, em 1970, no México, e outra como coordenador-técnico, em 1994, nos Estados Unidos. Nascido em Maceió, Alagoas, Mário Jorge Lobo Zagallo mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança. Começou a carreira de jogador no América em 1948. Três anos depois, transferiu-se para o Flamengo, onde começou a ganhar destaque nacional. Zagallo conquistou o bicampeonato estadual em 1961/62. Nesse último ano, aliás, ainda pode comemorar o bicampeonato mundial pela Seleção Brasileira. Pouco depois de encerrar a carreira de jogador, Zagallo começou a atuar como treinador, nas divisões de base do próprio Botafogo, em 1965. E não tardou para chegar ao comando da equipe profissional. Já em 1967, levou o Botafogo à conquista do título estadual. No ano seguinte, o bicampeonato. No início de 1970, a maior glória como treinador. Com a demissão de João Saldanha a poucos meses da Copa do México, Zagallo assumiu a Seleção. Ele aproveitou a base do antecessor e ajudou a moldar o Brasil tricampeão. Permaneceu na Seleção até o fim da Copa do Mundo de 1974. Nos anos anteriores, chegou a acumular o cargo com o de treinador de clubes do Rio. E, 1971, por exemplo, foi técnico do Fluminense e, no ano seguinte, do Flamengo, ambos campeões estaduais. Na semifinal da Copa de 1974, contra a Holanda, sofreu seu grande revés como treinador. O Carrossel Holandês, atropelou o Brasil e venceu por 2 x 0. Até hoje Zagallo nega ter desdenhado do adversário. Em meados da década de 70, Zagallo seguiu para o Oriente Médio, abrindo um caminho que se tornaria usual para treinadores, ávidos por uma boa remuneração, nos anos seguintes. Dirigiu as seleções do Kuwait, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. À frente deste último conseguiu a proeza de garantir a classificação para a Copa do Mundo de 1990. Porém desentendeu-se com dirigentes antes da Copa e pediu demissão. Em 1991, Zagallo foi chamado pela CBF para ser o Coordenador-técnico do Brasil. Três anos mais tarde, ganharia o quarto título mundial. E, depois do pedido de demissão de Carlos Alberto Parreira, Zagallo foi naturalmente indicado para assumir mais uma vez a Seleção. Nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, sofreu a maior decepção de sua vida profissional. Na semifinal contra a Nigéria, o Brasil vencia por 3 x 1 a 12 minutos do fim do jogo. Mas permitiu o empate e foi eliminado na morte súbita com um gol de Kanu. Era o fim do sonho do primeiro ouro olímpico. E a Seleção teve que se contentar com a medalha de bronze. No ano seguinte, Zagallo se recuperou com os títulos da Copa das Confederações e da Copa América. Nessa última conquista, em um momento de desabafo após tantas críticas, soltou uma frase que se tornaria célebre: "Vocês vão ter que me engolir". Na Copa do Mundo de 1998, levou a Seleção ao vice-campeonato. Porém, ficou marcado pelo obscuro episódio que envolveu Ronaldinho antes da decisão. Enquanto viver, Zagallo terá que responder à pergunta: por que decidiu escalar o atacante mesmo tendo sofrido um ataque poucas horas antes da finalíssima? Depois da Copa, Zagallo deixou o comando da Seleção. Três anos depois, provou ainda ter estrela ao ganhar mais títulos carioca pelo Flamengo.
Principais Títulos na Carreira de Técnico: Copa do Mundo do México 1970,
Mundial 1994 (Coordenador de Futebol),
Copa América 1997
Taça do Brasil 1968,
Copa dos Campeões 2000,
Carioca 1967/68, 1971/72 e 200.
Polêmico, carismático, teimoso, mas acima de tudo, um vencedor. Zagallo é o único homem na face da terra a ter quatro títulos de Copas do Mundo, duas como jogador (1958 e 1962), duas como técnico, em 1970, no México, e outra como coordenador-técnico, em 1994, nos Estados Unidos. Nascido em Maceió, Alagoas, Mário Jorge Lobo Zagallo mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança. Começou a carreira de jogador no América em 1948. Três anos depois, transferiu-se para o Flamengo, onde começou a ganhar destaque nacional. Zagallo conquistou o bicampeonato estadual em 1961/62. Nesse último ano, aliás, ainda pode comemorar o bicampeonato mundial pela Seleção Brasileira. Pouco depois de encerrar a carreira de jogador, Zagallo começou a atuar como treinador, nas divisões de base do próprio Botafogo, em 1965. E não tardou para chegar ao comando da equipe profissional. Já em 1967, levou o Botafogo à conquista do título estadual. No ano seguinte, o bicampeonato. No início de 1970, a maior glória como treinador. Com a demissão de João Saldanha a poucos meses da Copa do México, Zagallo assumiu a Seleção. Ele aproveitou a base do antecessor e ajudou a moldar o Brasil tricampeão. Permaneceu na Seleção até o fim da Copa do Mundo de 1974. Nos anos anteriores, chegou a acumular o cargo com o de treinador de clubes do Rio. E, 1971, por exemplo, foi técnico do Fluminense e, no ano seguinte, do Flamengo, ambos campeões estaduais. Na semifinal da Copa de 1974, contra a Holanda, sofreu seu grande revés como treinador. O Carrossel Holandês, atropelou o Brasil e venceu por 2 x 0. Até hoje Zagallo nega ter desdenhado do adversário. Em meados da década de 70, Zagallo seguiu para o Oriente Médio, abrindo um caminho que se tornaria usual para treinadores, ávidos por uma boa remuneração, nos anos seguintes. Dirigiu as seleções do Kuwait, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. À frente deste último conseguiu a proeza de garantir a classificação para a Copa do Mundo de 1990. Porém desentendeu-se com dirigentes antes da Copa e pediu demissão. Em 1991, Zagallo foi chamado pela CBF para ser o Coordenador-técnico do Brasil. Três anos mais tarde, ganharia o quarto título mundial. E, depois do pedido de demissão de Carlos Alberto Parreira, Zagallo foi naturalmente indicado para assumir mais uma vez a Seleção. Nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, sofreu a maior decepção de sua vida profissional. Na semifinal contra a Nigéria, o Brasil vencia por 3 x 1 a 12 minutos do fim do jogo. Mas permitiu o empate e foi eliminado na morte súbita com um gol de Kanu. Era o fim do sonho do primeiro ouro olímpico. E a Seleção teve que se contentar com a medalha de bronze. No ano seguinte, Zagallo se recuperou com os títulos da Copa das Confederações e da Copa América. Nessa última conquista, em um momento de desabafo após tantas críticas, soltou uma frase que se tornaria célebre: "Vocês vão ter que me engolir". Na Copa do Mundo de 1998, levou a Seleção ao vice-campeonato. Porém, ficou marcado pelo obscuro episódio que envolveu Ronaldinho antes da decisão. Enquanto viver, Zagallo terá que responder à pergunta: por que decidiu escalar o atacante mesmo tendo sofrido um ataque poucas horas antes da finalíssima? Depois da Copa, Zagallo deixou o comando da Seleção. Três anos depois, provou ainda ter estrela ao ganhar mais títulos carioca pelo Flamengo.